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terça-feira, 27 de setembro de 2011

1 Coríntios 13: 1-3


Se eu falar em línguas de homens e de anjos, mas não tiver amor, tenho-me tornado um [pedaço de] latão que ressoa ou um címbalo que retine.
E se eu tiver o dom de profetizar e estiver familiarizado com todos os segredos sagrados e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas,
mas não tiver amor, nada sou.
E se eu der todos os meus bens para alimentar os outros, e se eu entregar o meu corpo,
para jactar-me, mas não tiver amor,
de nada me aproveita.

If I speak in the tongues of men and of angels but do not have love, I have become a
sounding [piece of] brass or a clashing cymbal. 
And if I have the gift of prophesying and am acquainted with all the sacred secrets and all knowledge, and if I have all the faith so as to transplant mountains, 
but do not have love, I am nothing.
And if I give all my belongings to feed others, and if I hand over my body,
that I may boast, but do not have love,
I am not profited at all.

1 Timóteo 2:4



A vontade de Deus é que toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter
um conhecimento exato da verdade.

God's will is that all sorts of men to be saved and to come to an accurate
knowledge of truth.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

2 Timóteo 3:12


De fato, todos os que desejarem viver com devoção piedosa
em associação com Cristo Jesus também serão perseguidos.

 In fact, all those desiring to live with godly devotion
in association with Christ Jesus will also be persecuted.

Algumas datas importantes do Cristianismo

33
Jesus é ressuscitado
Jesus comissiona seus seguidores a fazer discípulos
Derramamento do espírito santo no Pentecostes
A congregação cristã é formada
49
A questão da circuncisão surge
em Antioquia
Reunião em Jerusaléem
Paulo corrige Pedro(Gálatas 2:11-14)
58
Festo sucede Félix
33 -34
Martírio de Estevão
O eunuco etíope é batizado
49 - 52
Segunda viagem missionária de Paulo
Barnabé eMarcos pregam em Chipre
58
Herodes Agripa II ouve Paulo
34
Saulo de Tarso é convertido
49 - 50
Cláudio expulsa os judeus de Roma
59 - 61
Paulo é preso em Roma pela primeira vez
34 -36
Saulo prega em Damasco
50
Lucas junta-se a Paulo em Trôade
Paulo tem a visão de um homem da Macedônia
Paulo visita Filipos
A congregação filipense é formada
A congregação tessalonicense é formada
Paulo visita Atenas
60 - 61
Paulo escreve Colossenses
Paulo escreve Efésios
Paulo escreve Filêmon
Paulo escreve Filipenses
36
Primeira visita de Paulo a Jerusalém como seguidor de Cristo
Paulo visita Pedro em Jerusalém (Gálatas 1:18)
50 - 52
Paulo visita Corinto
Paulo escreve 1 Tessalonicenses
Paulo escreve Gálatas
60 - 65
O Evangelho de Marcos é escrito
36
Cornélio é convertido
Gentios começam a tornar-se cristãos
51
Paulo escreve 2 Tessalonicenses
61
O livro de Atos é escrito
Paulo escreve Hebreus
41
O Evangelho de Mateus é escrito
Paulo recebe a visão do “terceiro céu” (2 Coríntios 12:2)
52- 56
Terceira viagem missionária de Paulo
61- 64
Paulo escreve 1 Timóteo
Tito é deixado em Creta
Paulo escreve Tito
44
Ágabo profetiza fome
Martírio de Tiago (filho de Zebedeu)
Pedro é preso e depois solto milagrosamente
52- 55
Paulo visita Éfeso
62
A Carta de Tiago é escrita
44
Herodes Agripa I morre
55
Paulo escreve 1 Coríntios
Tito é enviado a Corinto
Paulo escreve 2 Coríntios
62- 64
1 Pedro é escrita
46
A predita fome atinge o país
Paulo leva ajuda a Jerusalém
56
Paulo escreve Romanos
Paulo ressuscita Êutico em Trôade
Paulo e Lucas hospedam-se na
casa de Filipe, em Cesareia
Paulo é preso em Jerusalém
64
2 Pedro é escrita
47- 48
Primeira viagem missionária de Paulo
56 - 58
Paulo é mantido sob guarda em Cesareia
O Evangelho de Lucas é escrito
65
Paulo é preso em Roma pela
segunda vez
Paulo escreve 2 Timóteo
Tito vai para a Dalmácia
Paulo é executado













































































Primeiro século EC (Era comum, ou Era Cristã).
Fonte: Livro "Dê Testemunho Cabal Sobre o Reino de Deus" - Testemunhas de Jeová.

Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal é citada na Bíblia nos capítulos iniciais do livro do Gênesis, correspondendo a um importante elemento da criação segundo a crença judaico-cristã. (Gênesis 2:9, 16, 17; 3:1-24). Deus utilizou duas árvores no Jardim do Éden com objetivos simbólicos: a "árvore da vida" e "a árvore da Ciência do Bem e do Mal". Não respeitar o decreto de Deus referente a esta última árvore teria resultado na queda do homem.



Também conhecida como Árvore do Ciência do Bem e do Mal, ou simplesmente Árvore da Ciência, foi plantada, segundo o relato bíblico, no Jardim do Éden, tendo seus frutos sido proibidos ao homem por Deus. Segundo o mesmo relato, após ser interpelada pela serpente, a mulher (Eva), desobedecendo a ordem de Deus, come do fruto, oferecendo posteriormente ao homem (Adão), que também o come, provocando o que se chama de pecado original da humanidade.

Várias tradições fazem referências ao fruto proibido de diversas maneiras, como símbolo de relações sexuais representadas por uma “maçã”;  significando o reconhecimento do certo e do errado; conhecimento adquirido por se alcançar a madureza por experiência; e símbolo do direito que o Criador do homem teria de especificar aos seres humanos o que é “bom” e o que é “mau”, exigindo a prática do que é bom e a rejeição do que é mau, a fim de continuarem aprovados por Ele.

Como a ciência propriamente dita - com as descobertas científicas, o homem deixa seu estado natural de equilíbrio com a natureza e passa a ter que trabalhar para garantir a sua sobrevivência. 

No jardim do Éden o ser humano não precisava trabalhar; quando Deus expulsa o homem do Paraíso devido ao fato de Adão e Eva terem comido o fruto, ele os amaldiçoa afirmando que a partir daquele momento terão que trabalhar pelo seu sustento.

Outra passagem do Gênesis que demonstra este fato é quando é afirmado que os filhos de Adão e Eva após a saída do Éden, Caim e Abel, eram, respectivamente, agricultor e pastor.

Ainda outros argumentam que em vista da ordem de ‘serem fecundos e tornarem-se muitos, e de encherem a terra’ (Gênesis 1:28), o fruto da árvore não poderia ser o símbolo de relações sexuais, visto que esta seria a única maneira de haver procriação. Também há a argumentação de que não podia significar apenas a faculdade de reconhecer o certo e o errado, porque a obediência à ordem de Deus exigia esta discriminação moral. Quanto a referir-se ao conhecimento obtido ao atingir a madureza, argumenta-se que não seria pecado por parte do homem atingir este estágio, nem lógico que seu Criador o obrigasse a continuar imaturo.

A Árvore do Bem e do Mal figura na Bíblia como um simbolismo colocado, sob forma física, à Adão e Eva, onde a aceitação desta (isto é, o comer do seu fruto) seria o "assinar em baixo" da humanidade em aceitar o pecado, enquanto que o não-fazê-lo seria o aceitar estar com Deus. Por consequência, tem-se que o mal, na prática, já existia, tendo vindo com a queda de Lúcifer à Terra descrita no capítulo 12 de Apocalipse; o fruto da árvore apenas seria a porte de entrada para que este mal entrasse também na vida do ser humano. Sob certo ponto de vista, a desobediência do homem aos mandamentos de Deus deve ter sido o primeiro pecado oficial da humanidade, no entanto sob outro aspecto foi o de sucumbir à tentação que veio primeiro, uma vez que, antes de cometer a desobediência em si (o comer do fruto), Eva já havia sucumbido à tentação para, então, descumprir. Muitos simbolizam a maçã como o fruto proibido, mas não há relatos na Bíblia de que isso seja verdade.

Árvore da Vida

Segundo a Bíblia, a Árvore da Vida é uma das duas árvores especiais que Deus colocou no centro do jardim do Éden. A outra é a "Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal", de cujo fruto, Eva, e depois Adão, acabaram por comer por influência de uma serpente.


Maiores detalhes sobre esta árvore são muito escassos no texto bíblico. Refere-se apenas a sua localização central no Jardim do Éden e que o primeiro casal humano foi impedido de alcançar esta árvore após terem desobedecido ao mandamento divino. Foram assim expulsos desse jardim ou paraíso original. Como forma de impedir que tanto Adão e Eva, como provavelmente a sua descendência voltassem a entrar no Jardim, e consequentemente tomarem dos frutos da Árvore da Vida, a Bíblia refere que Deus colocou criaturas sobre-humanas, designadas por querubins, que possuíam uma espada de fogo que se revolvia continuamente.

Segundo o relato bíblico, esta árvore já havia sido colocada no jardim antes da criação do primeiro homem, Adão. Muitos comentaristas afirmam que esta árvore não possuiria qualidades intrinsecamente vitalizadoras nos seus frutos, mas seria um símbolo representativo da garantia de vida eterna, da parte de Deus, para aqueles a quem Ele permitisse comer do fruto dela. Visto que Deus colocou essa árvore ali, crê-se que o objectivo seria permitir a Adão que comesse do seu fruto, talvez após ficar provada a sua fidelidade ao ponto que Deus julgasse satisfatório e suficiente. Quando Adão desobedeceu, foi-lhe cortada a oportunidade de comer daquela árvore, impedindo-o a ele e à sua descendência de alcançar a vida eterna.

Outro ponto de vista aponta para o fato de que Deus já permitia que Adão e Eva comessem do fruto da árvore da vida, pois foi dito:
"E Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: “De toda árvore do jardim podes comer à vontade," (Gênesis 2:16), com exceção de uma, a do conhecimento do bem e do mal. Isso implica que eles já podiam comer o fruto da árvore da vida sem aguardar autorização posterior. Aceitando esse raciocínio, era o fruto literal da árvore que garantia a vida eterna.


A Bíblia faz referência direta a esta árvore apenas no primeiro e no último livro:
"Jeová (Deus) fez assim brotar do solo toda árvore de aspecto desejável e boa para alimento, e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau." (Gênesis 2:9)

" E Jeová Deus prosseguiu, dizendo: “Eis que o homem se tem tornado como um de nós, sabendo o que é bom e o que é mau, e agora, a fim de que não estenda a sua mão e tome realmente também [do fruto] da árvore da vida, e coma, e viva por tempo indefinido” Com isso, Jeová Deus o pôs para fora do jardim do Éden para lavrar o solo de que tinha sido tomado. E expulsou assim o homem, e colocou ao oriente do jardim do Éden os querubins e a lâmina chamejante duma espada que se revolvia continuamente para guardar o caminho para a árvore da vida. (Gênesis 3:22-24).

No último livro da Bíblia, o Apocalipse ou Revelação, ao se mencionarem sete cartas enviadas por Jesus Cristo a igrejas ou congregações em sete cidades, faz-se a seguinte referência concernente aos cristãos em Éfeso:

Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações: Àquele que vencer concederei comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.’ (Revelação [Apocalipse] 2:7).

Apesar de não terem associação com esta árvore do Jardim do Éden, existem outras referências simbólicas a árvores frutíferas, de folhas curativas, mencionadas nas visões registadas por Ezequiel e por João, em Ezequiel 47:7, 12 e Revelação 22:2, 14.

No livro de Provérbios surge a expressão "árvore de vida" associada com a verdadeira sabedoria, com os frutos do justo, com a realização de uma coisa desejada, e com a calma da língua (Provérbios 3:18; 11:30; 13:12; 15:4).

sábado, 24 de setembro de 2011

Isaías 54:10


Pois os próprios montes podem ser removidos e os próprios morros podem ser abalados, mas a minha benevolência é que não será removida de ti, nem tampouco será abalado o meu pacto de paz”, disse Jeová, Aquele que tem misericórdia de ti.

For the mountains themselves may be removed, and the very hills may stagger, but my 
loving-kindness itself will not be removed from you, nor will my covenant of 
peace itself stagger,” Jehovah, the One having mercy upon you, has said.

Provérbios 2: 20, 21, 22


O objetivo é que andes no caminho de gente boa e que guardes as veredas dos justos.
 Pois os retos são os que residirão na terra e os inculpes são os que remanescerão nela.
 Quanto aos iníquos, serão decepados da própria terra; e quanto aos traiçoeiros,
serão arrancados dela.

The purpose is that you may walk in the way of good people and that the paths
of the righteous ones you may keep. 
For the upright are the ones that will reside in the earth, and the blameless are the
ones that will be left over in it. 
 As regards the wicked, they will be cut off from the very earth; and as for the treacherous,
they will be torn away from it.

Provérbios 1: 5, 6



O sábio escutará e absorverá mais instrução, e homem de entendimento é aquele que adquire orientação perita para entender um provérbio e uma expressão enigmática, as palavras de sábios e seus enigmas.


A wise person will listen and take in more instruction, and a man of understanding is the one who acquires skillful direction, to understand a proverb and a puzzling saying, the words of wise persons and their riddles.

Devem-se usar ícones na adoração ?

Os primeiros cristãos

Considere o que aconteceu por volta do ano 50 EC, quando o apóstolo Paulo visitou Atenas, cidade onde as pessoas davam muita importância ao uso de imagens na adoração. Paulo explicou aos atenienses que Deus “não mora em templos feitos por mãos, nem é assistido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa . . . [Portanto], . . . não devemos imaginar que o Ser Divino seja semelhante a ouro, ou prata, ou pedra, semelhante a algo esculpido pela arte e inventividade do homem”. (Atos 17:24, 25, 29).


Na verdade, esses avisos com respeito ao uso de ídolos são comuns nas Escrituras Gregas Cristãs, também chamadas de Novo Testamento. Por exemplo, o apóstolo João aconselhou os cristãos: “Guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21) Paulo escreveu aos coríntios: “Que acordo tem o templo de Deus com os ídolos?” (2 Coríntios 6:16) Muitos dos primeiros cristãos usavam anteriormente imagens religiosas na adoração. Paulo lembrou isso aos cristãos em Tessalônica quando escreveu: “Vos voltastes para Deus, desviando-vos dos vossos ídolos, a fim de trabalhar como escravos para um Deus vivente e verdadeiro.” (1 Tessalonicenses 1:9) Fica claro que aqueles cristãos tinham o mesmo ponto de vista de João e Paulo sobre os ícones.

Os “cristãos” adotam os ícones

A Encyclopædia Britannica diz que “durante os três primeiros séculos da Igreja Cristã . . . não havia arte cristã, e a Igreja geralmente resistia a isso com toda a força. Por exemplo, Clemente de Alexandria criticou a arte (pagã) religiosa porque ela incentivava as pessoas a adorar a criação, em vez de o Criador”.

Como então o uso de ícones se tornou tão popular? A Britannica continua: “Em meados do terceiro século, uma arte pictorial primária passou a ser usada e aceita na Igreja Cristã, mas não sem ferrenha oposição da parte de algumas congregações. Somente quando a Igreja Cristã, no início do quarto século, tornou-se a igreja oficial do Império Romano sob Constantino é que pinturas foram usadas nas igrejas, e assim elas começaram a criar raízes na religiosidade cristã popular.”

Uma prática comum entre os muitos pagãos que se autodenominaram cristãos era adorar retratos do imperador. “Em harmonia com o culto do imperador”, explica John Taylor em seu livro Icon Painting (Pinturas de Ícones), “as pessoas adoravam seu retrato pintado em tela ou madeira, e daí, para a veneração de ícones, era um passo pequeno”. Assim, a adoração pagã de retratos foi substituída pela veneração de pinturas de Jesus, Maria, anjos e “santos”. Essas pinturas, que começaram a ser usadas nas igrejas, aos poucos foram introduzidas nas casas de milhões de pessoas, onde também eram veneradas.

Adorar “com espírito e verdade”

Jesus disse a seus ouvintes que os servos de Deus devem adorar “com espírito e verdade”. (João 4:24) Assim, quando uma pessoa sincera procura saber a verdade sobre o uso de imagens na adoração, ela deve recorrer à Palavra de Deus para obter esclarecimento sobre o assunto.

Por exemplo, a Bíblia contém a declaração de Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6) Paulo declarou que “há um só Deus, e um só mediador entre Deus e homens, um homem, Cristo Jesus”, e que “Cristo . . . intercede por nós”. (1 Timóteo 2:5; Romanos 8:34) Essas afirmações assumem um significado ainda maior quando lemos que Cristo é capaz de “salvar completamente os que se aproximam de Deus por intermédio dele, porque está sempre vivo para interceder por eles”. (Hebreus 7:25) Devemos nos aproximar de Deus em nome de Jesus Cristo. Nenhuma outra pessoa, e certamente nenhuma imagem sem vida, pode substituí-lo. Esse conhecimento da Palavra de Deus pode ajudar qualquer pessoa que busca a verdade a descobrir como adorar “o Pai com espírito e verdade” e a experimentar as bênçãos desse modo superior de adoração. De fato, como Jesus disse, “o Pai está procurando a tais para o adorarem”. (João 4:23).

Despertai!  de 8 de maio de 2005.